Oficina Nacional de Dança Contemporânea realiza atividades gratuitas no final de semana

Espetáculo O Corpo é a Mídia da Dança_Foto DivulgaçãoO Espaço Cultural da Barroquinha recebe no dia 16 de agosto, às 20h, a Mesa de Abertura da 16ª Oficina Nacional de Dança Contemporânea, um espaço de diálogo sobre a memória deste evento que é considerado um marco para a pesquisa das linguagens artísticas no Brasil. O evento conta com a participação do grupo baiano Vozes Reveladas, sob regência do maestro Sérgio Souto.

A história da Oficina será retomada por Dulce Aquino, uma das idealizadoras do evento e professora do Programa de Pós-graduação em Dança da Universidade Federal da Bahia (PPGDança/UFBA); Marta Saback e Helena Katz, professoras da UFBA; Suki Vilas Bôas, doutora em Artes Cênicas e dançarina; e Leda Muhana, diretora da Escola de Dança da UFBA e diretora artística da Oficina. Antes da mesa, a partir de 19h, performances, instalações e uma mostra de videodança serão apresentadas na Praça Castro Alves, evidenciando a abertura do evento para as ruas. Entre as produções, merecem destaque o espetáculo Paradox, de Leda Muhana, e a Expo Memorial Oficina Nacional de Dança Contemporânea, instalação videográfica que compreende fotos, matérias de jornal, cartazes e outras mídias do projeto ao longo dos anos.

Final de semana

O primeiro final de semana do evento reúne outras atividades, que variam entre espetáculos, aulas públicas e encontros de formação. Nos dias 16 e 17 de agosto, de 8h às 18h, tem destaque na programação o Encontro de Educadores de Dança, realizado na Escola de Dança da UFBA e no Espaço Cultural da Barroquinha. O evento irá reunir profissionais para compartilhar experiências e discutir o cenário atual da dança, os desafios das práticas artístico-educativas e as políticas culturais e educacionais para a área.

Já no domingo, 17, às 9h, o evento realiza sua primeira aula pública, mediada pelo professor Guilherme Fraga, que ensinará dança de salão aos transeuntes do Dique do Tororó. O objetivo das aulas públicas é justamente estimular o cidadão comum, que não estuda ou trabalha com a dança, a praticar a atividade. Até o final da Oficina, serão realizadas oito aulas públicas, em espaços como o Mercado Modelo, Praça Dois de Julho e Farol da Barra. Ainda no domingo, serão apresentados os dois primeiros espetáculos da programação: “Louca”, de Gilsamara Moura, e “RepercuSons”, do Grupo Lunay/Nepcênico, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

A programação da 16ª Oficina Nacional de Dança Contemporânea é integralmente gratuita e está disponível em http://cidadedadanca2014.com.br/.

A Oficina
Entre os dias 16 e 23 de agosto, a 16ª Oficina Nacional de Dança Contemporânea promove mais de 50 atividades gratuitas em 14 espaços públicos da capital baiana. O objetivo é transformar Salvador na Cidade da Dança e disseminar a arte experimental. Além de apresentações de espetáculos, performances e mostras artísticas, o evento dará atenção às atividades formativas, a partir dos minicursos, aulas públicas, o I Seminário de Criação em Dança, o Encontro Setorial da Dança, o I Encontro Nacional de Graduação em Dança e o Encontro de Educadores de Dança.

O evento é realizado pela Escola de Dança da UFBA e Mazurca Produções, com co-realização da Prefeitura Municipal de Salvador, patrocínio de O Boticário na Dança e apoio cultural do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-BA) e Fundação Cultural (Funceb). A programação completa do evento está disponível em http://cidadedadanca2014.com.br/.

História
Organizada pela Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Oficina Nacional de Dança Contemporânea se configurou como o primeiro evento a reunir profissionais de dança no Brasil. Iniciada em 1980, substituiu o Concurso Nacional de Dança Contemporânea (1977), mostra competitiva que durante três anos atraiu inscrições de todo o país. Abandonando o caráter competitivo, a Oficina aprofundou por 15 anos o intercâmbio entre coreógrafos, dançarinos, professores e estudiosos, por meio de mostra artística, cursos, seminários e debates.

O evento se firmou devido ao pioneirismo e representatividade da Escola de Dança da UFBA, primeira escola brasileira de ensino superior da área. Criada em 1956, por décadas permaneceu como única a cumprir a função de formação profissional universitária. O Programa de Pós-graduação em Dança da mesma universidade também se revelou como o primeiro do Brasil e da América Latina. Ao seguir os preceitos da Escola, a Oficina Nacional de Dança Contemporânea se tornou a grande propulsora da dança experimental produzida nacionalmente.

Serviço
O quê: 16ª Oficina Nacional de Dança Contemporânea
Quando: 16 de agosto a 23 de agosto
Onde: Praça Dois de Julho; Praça Castro Alves; Dique do Tororó; Mercado Modelo; Praça da Cruz Caída; Farol da Barra; Espaço Cultural da Barroquinha; Teatro do Movimento; Espaço Xisto Bahia; Teatro Castro Alves (TCA); Teatro Sesc Senac Pelourinho; Escola de Dança da UFBA; Praça das Artes – UFBA; Escola de Dança da FUNCEB
Quanto: gratuito

Assessoria de Comunicação
Adriana Santana – (71) 9316-3774

Sugestão de fontes
Leda Muhana (diretora artística) – (71) 8707-1019 / ledamuhana@gmail.com
Maju Passos (diretora de produção) – (71) 9343-9988 / majupassos@gmail.com
Dulce Aquino (criadora do evento): (71) 8707-1005 / 9656-2526 / 8748-2354 / dulceaquino.silva@gmail.com

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